quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Capitulo 8-Meu primeiro feitiço
O olhar de Marilia era penetrante e hipnotizante, fiquei vários e vários minutos a olha-lo, até que um pequeno homem de cabelos brancos e mãos largas me tirou do transe, me pedindo para que entrasse na sala.Sentei-me ao lado de Tristan e Marcos.
O professor foi ate o grande quadro negro e escreveu algumas palavras, e falou em tom alto.
Meu nome é Filius Flitwick e serei o professor de feitiços de vocês nesse ano letivo, apesar do meu tamanho não sou fácil de aturar.
Os alunos da Sonserina riram do professor, menos a Marilia, acho que ela não deveria ser daquela casa, aquele chapéu maluco errou na hora da escolha só pode.
Continuando-disse o professor-Iremos começar com um feitiço básico, não é apenas um feitiço, é um dom que todos os bruxos tem, o dom da levitação- ele pegou uma varinha de dentro do bolso da sua capa e tornou a falar-Vocês daram três giros na varinha e falaram assim Wingardium Leviosa.
Eu peguei minha varinha que estava acima da mesa e disse como o professor Wingardium Leviosa, mais nada aconteceu com a pena que estava do lado da minha varinha. Marilia fez o mesmo e a sua pena levitou, o professor por sua vez bateu palmas e deu os parábens para a Marilia. O Tristan como ja era de se esperar ao invés de fazer a sua pena levitar, consegui com que ela explodisse, toda a classe riu dele, fiquei com dó claro mais não consegui segurar o riso. O professor perguntou como ele tinha conseguido fazer aquilo com um feitiço totalmente diferente do que aconteceu com ele, e ele não soube explicar claro, ninguém saberia.
Marilia não era como os outros, ela tinha planos e não ria de nada que acontecia na sala, ela era séria e so compartilhava assuntos e risos com as suas amigas. Eu não sabia qual era o problema dela, mais eu juro que irei fazer de tudo para conseguir descobri-lo.
O professor Filius pediu que Marilia fosse a frente para ser um tipo de colbaia de aula para ele. Ela foi claro, ele pegou sua varinha e disse Langlock. Por incrivel que pareça Marilia pegou sua varinha rapidamente apontou para o professor e disse Protego. Eu fiquei espantado, o professor ficou bismado com o que a garota tinha acabado de fazer, ela saiu correndo em direção a porta e saiu da sala, largando a sua varinha na sala mesmo.
Eu fiquei olhando para a porta esperando que ela voltasse, mais ela não voltou, o professor nos liberou dizendo que precisa conversar com o diretor.
Tristan e eu seguimos para o jardim onde nos encontramos com Alice e Kary, contamos toda a aula e falamos com as duas o que tinha acontecido com a Marilia, elas não acreditaram no que contamos, William e Marcos tinham acabado de chegar ao jardim e se juntaram a nós, mesmo assim nenhum deles acreditaram no que Tristan e eu falavamos.
Alice disse que não confiava na Marilia, era o de se esperar de uma Grifinóriana pensar de uma Sonserina claro, e que iria pesquisar na biblioteca tudo sobre a familia Scrim a qual Marilia pertencia, pedi para que ela não fizesse isso mais eu tinha certeza que ela não ia me obedecer e nem muito menos atender ao meu pedido.
Nos despedimos naquele momento, Alice disse que precisa fazer uma pesquisa sobre Visgo do Diabo na biblioteca e segui para la com a Kary, William e Tristan foram para o salão comunal onde Tristan ensinaria o William os feitiços que tinham aprendido, Marcos e eu ficamos ali parados. Pedi a ele que fizesse o trabalho junto a mim, aproveitamos o momento e fizemos o trabalho ali mesmo, eu aproveitei que Marcos era filho de um fabricante de Vassouras e eu teria chance de ganhar mais ponto para a minha casa, e seguir meu sonho de entrar para o time de Quadribol da Grifinória no qual minha mãe e meu pai jogaram.
Anoiteceu e o sinal para que todos os alunos entrasse para a escola tocou, Marcos e eu pegamos nossos matériais e nos dirigimos para o salão principal, onde estavam, Tristan, William, Kary e Alice sentados na mesa da Grifinória, sentei-me na frente de Alice e virei para trás na espectativa de ver a Marilia na mesa da Sonserina, mais ela não tava, eu gostaria de saber o que estava acontecendo com ela, suas amigas pareciam saber o que estava acontecendo com ela mais não estavam dispostas para contar o que estava acontecendo com ela. O diretor Percival levantou-se, olhou diretamente para mim e voltou o seu olhar para a mesa da Sonserina onde dirigiu a palavra para as amigas de Marilia.
Senhorita Wong gostaria de falar com a senhorita após o jantar na minha sala, sobre a sua amiga a senhorita Marilia-ele estralou seu dedo e o jantar apareceu na nossa frente.
Não se passou nem 10 minutos e Tristan ja tinha comido todo o nosso jantar, nos levantamos e nos dirigimos para o nosso salão comunal, percebi que o professor Snap não tirava os olhos de mim, e nem um homem com um tumbante na cabeça, ele era muito engraçado, mesmo assim segui meu caminho com os meus amigos. Ao chegar no salão comunal, subi correndo para o dormitório, peguei minha pena e meu tinteiro e um pergaminho que estava largado em cima da minha comoda e sentei-me na borda da janela para escrever uma carta para minha mãe, nela eu dizia o que tinha acontecido naquele mesmo dia na minha primeira aula de Feitiços, parei um pouco para descançar, encostei minha cabeça na janela e fiquei olhando para a floresta proibida, derrepente um grande clarão caiu na floresta, mais parecia um um meteóro, alunos e professores sairam correndo para ver o que estava acontecendo, todos de pijamas e varinhas em punho, eu continuei ali parado para ver o que era, o diretor encostou-se no objeto que havia caido, mais parecia um corpo humano, levitando o corpo o diretor percival o levou para a enfermaria e disse alto e claro.
O show acabou, todos para os dormitórios, professores me sigam.- disse o diretor quase irritado.
Terminei minha carta e me dirigi para a minha cama, me virei, feichei meus olhos e cai em um sono profundo.
By:Walace

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Capitulo 7 – Eu aprendo a montar uma vassoura.
Após ter minha primeira aula, Tristan, Alice e eu seguimos para nossa próxima aula que segundo o itinerante de Kary seria de vôo.
As aulas de vôo eram ao ar livre no exterior do castelo o que era bom, pois o sol brilhava em meio a nuvens no céu azul.
Saímos do castelo pela porta dupla de carvalho, descemos por uma pequena escada e chegamos aos jardins.
Lá esta a professora e alunos da Grifinoria e Lufa-Lufa.
Ao chegarmos a professora nos mandou  ficar em fila, cada um do lado de uma vassoura. As vassouras da escola não eram tão bonitas quanto as que eu via na loja de artigos esportivos do beco diagonal, eram todas de cabos tortos e com as sedas da extremidade faltando ou muito separadas.
Os alunos da Grifinoria eram quase todos os mesmo que tiveram aula de defesa contra artes das trevas, desse grupo havia além de Alice, Tristan e eu, também estava juntos Kary a garota de cabelos  longos e negros e também  Marcos e Willian, Marcos parecia estar ansioso para voar, Willian não parecia tão animado
A professora Hooch começou a andar de um lado para o outro em frente a fila de alunos e a falar.
Meu nome é Rolanda Hooch, estarei ensinando vôo a vocês e quem sabe alguns esportes com vassoura.
Agora quero que vocês ergam suas mãos  sobre a vassoura que esta a sua direita- continuou ela
Todos obedeceram.
Vocês vão aprender a montar as vassouras hoje, então agora chame suas vassouras, digam suba e elas deveram ir até sua mão.
Fiquei meio em duvida mais todos começaram a gritar. Suba, Suba.
A vassoura de Marcos foi a primeira a subir, acho que ela já tinha pratica nisso.
Por fim todos conseguiram pegar suas vassouras, a minha ficava balançando meu braço de um lado para outro tentando escapar.
Agora – disse a professora Hooch – passem sua perna direita por cima da vassoura, Kary teve um pouco de dificuldade em fazer isso.
Firme os pés no chão – disse Hooch- e Dêem um pequeno impulso para sair do chão.
Apertei os pés no chão com mais força, curvei os joelhos e antes mesmo de perceber já estava voando com vários alunos a minha costa. Eu não sei como fiz, mas estava voando alto, mais alto que a maioria pelo menos.
Quando  olhei para o lado vi que Marcos e Willian estavam lá Marcos sorriu para mim e disse.
Divertido não é?
Eu assenti, ele tinha razão era a coisa mais divertida que ei já fizera, sentindo o vento nos meus cabelos, eu podia passar o dia todo ali voando pelos jardins de Hogwarts.
Alto de mais – avisou Willian – temos de voltar.
Eu e Marcos concordamos, Eu mesmo sem pratica, já que não podia voar na minha casa, eu morava em um bairro de trouxas de Londres então não seria muito comum você ver um garoto de onze anos em uma vassoura voadora.
Ao descer vi que Tristan e Alice não tinham conseguido ir muito longe.
 Parabéns a todos, para próxima aula quero uma redação de quarenta centímetros de pergaminho falando dos diferentes tipos de vassouras e suas diferenças, por hora estão dispensados – disse a professora Hooch.
Quando voltamos ao castelo já estava na hora do almoço, então fomos Marcos, Willian, Tristan e eu para o salão Principal. Alice havia seguido com Kary para encontrar outras amigas.
Marcos me contou que seu pai era um fabricante de vassouras e falo dos diferentes tipos de vassouras.
Voar cansava mais do que parecia, e eu estava exausto. Estava calor e fiquei feliz de ter jarás de suco de abobora.
Marcos continuou a falar sobre vassouras e disse que nos ajudaria com a tarefa que a professora Hooch havia passado.
Depois teríamos aula de feitiços nos falaram que a sala ficava no terceiro andar, fomos para La passando por um corredor no mesmo andar onde havia algumas estatuas e tapeçaria azul com estrelas pratas.
Á chegar à frente da sala para minha surpresa havia alunos da Sonserina esperando para entrar na sala.
Marília também estava La conversando com suas amigas, quando passei uma brisa vinda do fim do corredor fez com que os seus cabelos balançassem, eu olhei para ela olho em minha direção e nossos  olhares se encontraram.
By Rafael Martins ^-^