quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Capitulo 8-Meu primeiro feitiço
O olhar de Marilia era penetrante e hipnotizante, fiquei vários e vários minutos a olha-lo, até que um pequeno homem de cabelos brancos e mãos largas me tirou do transe, me pedindo para que entrasse na sala.Sentei-me ao lado de Tristan e Marcos.
O professor foi ate o grande quadro negro e escreveu algumas palavras, e falou em tom alto.
Meu nome é Filius Flitwick e serei o professor de feitiços de vocês nesse ano letivo, apesar do meu tamanho não sou fácil de aturar.
Os alunos da Sonserina riram do professor, menos a Marilia, acho que ela não deveria ser daquela casa, aquele chapéu maluco errou na hora da escolha só pode.
Continuando-disse o professor-Iremos começar com um feitiço básico, não é apenas um feitiço, é um dom que todos os bruxos tem, o dom da levitação- ele pegou uma varinha de dentro do bolso da sua capa e tornou a falar-Vocês daram três giros na varinha e falaram assim Wingardium Leviosa.
Eu peguei minha varinha que estava acima da mesa e disse como o professor Wingardium Leviosa, mais nada aconteceu com a pena que estava do lado da minha varinha. Marilia fez o mesmo e a sua pena levitou, o professor por sua vez bateu palmas e deu os parábens para a Marilia. O Tristan como ja era de se esperar ao invés de fazer a sua pena levitar, consegui com que ela explodisse, toda a classe riu dele, fiquei com dó claro mais não consegui segurar o riso. O professor perguntou como ele tinha conseguido fazer aquilo com um feitiço totalmente diferente do que aconteceu com ele, e ele não soube explicar claro, ninguém saberia.
Marilia não era como os outros, ela tinha planos e não ria de nada que acontecia na sala, ela era séria e so compartilhava assuntos e risos com as suas amigas. Eu não sabia qual era o problema dela, mais eu juro que irei fazer de tudo para conseguir descobri-lo.
O professor Filius pediu que Marilia fosse a frente para ser um tipo de colbaia de aula para ele. Ela foi claro, ele pegou sua varinha e disse Langlock. Por incrivel que pareça Marilia pegou sua varinha rapidamente apontou para o professor e disse Protego. Eu fiquei espantado, o professor ficou bismado com o que a garota tinha acabado de fazer, ela saiu correndo em direção a porta e saiu da sala, largando a sua varinha na sala mesmo.
Eu fiquei olhando para a porta esperando que ela voltasse, mais ela não voltou, o professor nos liberou dizendo que precisa conversar com o diretor.
Tristan e eu seguimos para o jardim onde nos encontramos com Alice e Kary, contamos toda a aula e falamos com as duas o que tinha acontecido com a Marilia, elas não acreditaram no que contamos, William e Marcos tinham acabado de chegar ao jardim e se juntaram a nós, mesmo assim nenhum deles acreditaram no que Tristan e eu falavamos.
Alice disse que não confiava na Marilia, era o de se esperar de uma Grifinóriana pensar de uma Sonserina claro, e que iria pesquisar na biblioteca tudo sobre a familia Scrim a qual Marilia pertencia, pedi para que ela não fizesse isso mais eu tinha certeza que ela não ia me obedecer e nem muito menos atender ao meu pedido.
Nos despedimos naquele momento, Alice disse que precisa fazer uma pesquisa sobre Visgo do Diabo na biblioteca e segui para la com a Kary, William e Tristan foram para o salão comunal onde Tristan ensinaria o William os feitiços que tinham aprendido, Marcos e eu ficamos ali parados. Pedi a ele que fizesse o trabalho junto a mim, aproveitamos o momento e fizemos o trabalho ali mesmo, eu aproveitei que Marcos era filho de um fabricante de Vassouras e eu teria chance de ganhar mais ponto para a minha casa, e seguir meu sonho de entrar para o time de Quadribol da Grifinória no qual minha mãe e meu pai jogaram.
Anoiteceu e o sinal para que todos os alunos entrasse para a escola tocou, Marcos e eu pegamos nossos matériais e nos dirigimos para o salão principal, onde estavam, Tristan, William, Kary e Alice sentados na mesa da Grifinória, sentei-me na frente de Alice e virei para trás na espectativa de ver a Marilia na mesa da Sonserina, mais ela não tava, eu gostaria de saber o que estava acontecendo com ela, suas amigas pareciam saber o que estava acontecendo com ela mais não estavam dispostas para contar o que estava acontecendo com ela. O diretor Percival levantou-se, olhou diretamente para mim e voltou o seu olhar para a mesa da Sonserina onde dirigiu a palavra para as amigas de Marilia.
Senhorita Wong gostaria de falar com a senhorita após o jantar na minha sala, sobre a sua amiga a senhorita Marilia-ele estralou seu dedo e o jantar apareceu na nossa frente.
Não se passou nem 10 minutos e Tristan ja tinha comido todo o nosso jantar, nos levantamos e nos dirigimos para o nosso salão comunal, percebi que o professor Snap não tirava os olhos de mim, e nem um homem com um tumbante na cabeça, ele era muito engraçado, mesmo assim segui meu caminho com os meus amigos. Ao chegar no salão comunal, subi correndo para o dormitório, peguei minha pena e meu tinteiro e um pergaminho que estava largado em cima da minha comoda e sentei-me na borda da janela para escrever uma carta para minha mãe, nela eu dizia o que tinha acontecido naquele mesmo dia na minha primeira aula de Feitiços, parei um pouco para descançar, encostei minha cabeça na janela e fiquei olhando para a floresta proibida, derrepente um grande clarão caiu na floresta, mais parecia um um meteóro, alunos e professores sairam correndo para ver o que estava acontecendo, todos de pijamas e varinhas em punho, eu continuei ali parado para ver o que era, o diretor encostou-se no objeto que havia caido, mais parecia um corpo humano, levitando o corpo o diretor percival o levou para a enfermaria e disse alto e claro.
O show acabou, todos para os dormitórios, professores me sigam.- disse o diretor quase irritado.
Terminei minha carta e me dirigi para a minha cama, me virei, feichei meus olhos e cai em um sono profundo.
By:Walace

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Capitulo 7 – Eu aprendo a montar uma vassoura.
Após ter minha primeira aula, Tristan, Alice e eu seguimos para nossa próxima aula que segundo o itinerante de Kary seria de vôo.
As aulas de vôo eram ao ar livre no exterior do castelo o que era bom, pois o sol brilhava em meio a nuvens no céu azul.
Saímos do castelo pela porta dupla de carvalho, descemos por uma pequena escada e chegamos aos jardins.
Lá esta a professora e alunos da Grifinoria e Lufa-Lufa.
Ao chegarmos a professora nos mandou  ficar em fila, cada um do lado de uma vassoura. As vassouras da escola não eram tão bonitas quanto as que eu via na loja de artigos esportivos do beco diagonal, eram todas de cabos tortos e com as sedas da extremidade faltando ou muito separadas.
Os alunos da Grifinoria eram quase todos os mesmo que tiveram aula de defesa contra artes das trevas, desse grupo havia além de Alice, Tristan e eu, também estava juntos Kary a garota de cabelos  longos e negros e também  Marcos e Willian, Marcos parecia estar ansioso para voar, Willian não parecia tão animado
A professora Hooch começou a andar de um lado para o outro em frente a fila de alunos e a falar.
Meu nome é Rolanda Hooch, estarei ensinando vôo a vocês e quem sabe alguns esportes com vassoura.
Agora quero que vocês ergam suas mãos  sobre a vassoura que esta a sua direita- continuou ela
Todos obedeceram.
Vocês vão aprender a montar as vassouras hoje, então agora chame suas vassouras, digam suba e elas deveram ir até sua mão.
Fiquei meio em duvida mais todos começaram a gritar. Suba, Suba.
A vassoura de Marcos foi a primeira a subir, acho que ela já tinha pratica nisso.
Por fim todos conseguiram pegar suas vassouras, a minha ficava balançando meu braço de um lado para outro tentando escapar.
Agora – disse a professora Hooch – passem sua perna direita por cima da vassoura, Kary teve um pouco de dificuldade em fazer isso.
Firme os pés no chão – disse Hooch- e Dêem um pequeno impulso para sair do chão.
Apertei os pés no chão com mais força, curvei os joelhos e antes mesmo de perceber já estava voando com vários alunos a minha costa. Eu não sei como fiz, mas estava voando alto, mais alto que a maioria pelo menos.
Quando  olhei para o lado vi que Marcos e Willian estavam lá Marcos sorriu para mim e disse.
Divertido não é?
Eu assenti, ele tinha razão era a coisa mais divertida que ei já fizera, sentindo o vento nos meus cabelos, eu podia passar o dia todo ali voando pelos jardins de Hogwarts.
Alto de mais – avisou Willian – temos de voltar.
Eu e Marcos concordamos, Eu mesmo sem pratica, já que não podia voar na minha casa, eu morava em um bairro de trouxas de Londres então não seria muito comum você ver um garoto de onze anos em uma vassoura voadora.
Ao descer vi que Tristan e Alice não tinham conseguido ir muito longe.
 Parabéns a todos, para próxima aula quero uma redação de quarenta centímetros de pergaminho falando dos diferentes tipos de vassouras e suas diferenças, por hora estão dispensados – disse a professora Hooch.
Quando voltamos ao castelo já estava na hora do almoço, então fomos Marcos, Willian, Tristan e eu para o salão Principal. Alice havia seguido com Kary para encontrar outras amigas.
Marcos me contou que seu pai era um fabricante de vassouras e falo dos diferentes tipos de vassouras.
Voar cansava mais do que parecia, e eu estava exausto. Estava calor e fiquei feliz de ter jarás de suco de abobora.
Marcos continuou a falar sobre vassouras e disse que nos ajudaria com a tarefa que a professora Hooch havia passado.
Depois teríamos aula de feitiços nos falaram que a sala ficava no terceiro andar, fomos para La passando por um corredor no mesmo andar onde havia algumas estatuas e tapeçaria azul com estrelas pratas.
Á chegar à frente da sala para minha surpresa havia alunos da Sonserina esperando para entrar na sala.
Marília também estava La conversando com suas amigas, quando passei uma brisa vinda do fim do corredor fez com que os seus cabelos balançassem, eu olhei para ela olho em minha direção e nossos  olhares se encontraram.
By Rafael Martins ^-^ 

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Capitulo 6 – Minha primeira aula.
Após ter um sonho louco com fantasmas, escadas que se moviam e comida que saia correndo da mesa. Fui acordado por Tristan que estava ao pé da minha cama.
Ei cara se levante, temos que ir ou vamos perder o café da manha – disse ele.
Eu meio atordoado por acabar de acordar, limitei-me a balançar a cabeça afirmativamente.
Levantei-me, coloquei as vestes da Grifinoria, preta com detalhes em tons de vermelho e laranja, e desci pela escada circular que levava ao salão comunal, onde me encontrei com Tristan e Alice que me esperavam.
Ao me aproximar, Alice com seus cabelos escuros que lhe caiam sobre os ombros, sorriu e me disse um tímido – Oi, Bom dia- corando de leve suas bochechas de pele clara.
Eu respondi, retribuindo-lhe o sorriso e perguntei a Tristan, que já usava suas vestes da Grifinoria, que dava imenso contraste com sua pele clara. Igualmente negro como o tecido das vestes eram seus cabelos.
Pronto para nossa primeira aula? – disse eu –
É claro, eu e Alice esperamos por esse dia a onze anos.
É, mas temos que ir logo se não iremos perde o café – completou Alice-
Então vamos-disse eu-
Descemos as varias escadas e passamos por vários corredores, achei até que havíamos nos perdido, me pareceu que estávamos andando mais para chegar ao salão principal, do que na noite passada quando Greg nos guiava.
Em fim conseguimos chegar ao salão principal, passando pelas mesas da Sonserina e Lufa-Lufa, fomos nos sentar a mesa da Grifinoria que ficava ao lado da mesa da Corvinal.
AO me sentar vi quem estava ao meu lado eram dois dos garotos que eu vira entrar no quarto que eu dormira.
Oi - disse eu para o garoto do meu lado.
Ele olhou para mim em duvida.
Vocês estão no mesmo dormitório que eu, não é? – perguntei-
Acho que sim – disse o garoto magro de cabelos meio acinzentado.
É – disse o outro- você é aquele garoto que tem um pijama de coraçõezinhos.
Todos, a minha volta riram.
Não são corações, são pomos – retruquei enquanto sentia o meu rosto queimar.
Que seja – falou ele de vota-. Ele tinha os cabelos loiros que caia sobre os olhos, não dava para ver direito por causa de suas vestes mais ele parecia ser do tipo atlético.
Sou Marcos McLian- se apresentou ele estendendo a mão.
Sou Max Wardolf - respondi segurando sua mão.
Willian Astarf – disse o garoto de cabelos cinza, fiz o mesmo comprimento que fiz a Marcos e apresentei meus dois amigos.
Alguém Sabe qual é nossa primeira aula? – perguntou Willian.
Todos balançaram a cabeça em negação.
Willian deu um suspiro.
Defesa contra artes das trevas, disse uma menina de cabelos pretos e longos, ela não aparentava ter onze anos, era pequena, não muito mas, mais que a media de quem tem onze anos.
Oi Alice - disse ela.
Oi Kary – respondeu Alice – há esses são meu irmão Tristan e meu amigo Max.
OI- disse Kary para nós-, eu me chamo Kary Waterfort
Oi- dissemos eu e Tristan em uníssono.
Como você sabe que  defesa contra artes das Trevas é nossa primeira aula? Perguntou Alice a Kary.
Pequei nosso itinerante com  professora mcgonnagan. E  não é uma aula só, são duas e com a Sonserina.
Que Bom, uma aula dupla com o Snap logo de cara vai alegrar vocês – disse uma voz familiar atrás de mim.
Greg – disse Alice sorridente.
Ele sorriu de volta para ela.
Como assim deve nos alegrar? – perguntei
A não me leve a mal. Defesa contra artes das trevas é uma ótima matéria, só perde para vôo é claro, mas desde que Snap passo a dar as aulas não é legal como antes. Ele desconta pontos das casas por qualquer motivo, menos da Sonserina é claro.
Ponto de casas? – perguntei meio confuso
Nossa seus pais nunca te falaram nada sobre a escola?-perguntou Tristan
Falaram, é claro – respondi- mas eles não eram de Hogwarts.
Ah, isso explica porque você não sabia das escadas riu-se Alice
Deixa que eu te explico – disse Greg- os pontos das cãs são para um campeonato que acontece todo ano na escola, a casa que tiver o maior numero de pontos ganha. Entendeu? –perguntou ele.
Sim – respondi.
Greg se levantou e disse – è melhor vocês irem andando, o Snap não costuma tolerar atrasos,
Principalmente de Grifinorios. – e se foi passando pelas mesas.
Então, obedecendo ao que Greg havia dito nos levantamos e seguimos pela porta de carvalho do salão principal, fomos Tristan, Alice, Marcos, Kary, Willian e eu
Só tem um probleminha – disse Marcos nos parando- onde fica a sala?
Quarto andar – disse Kary olhando no mesmo papel onde vira as nossas aulas
Preciso arranjar um desses – observou Marcos
Á chegarmos à porta da sala vimos vários alunos da Grifinoria e da Sonserina cada um de um lado.
Fomos nos juntar ao grupo da Grifinoria, passando pelo da Sonserina, avistei novamente a garota mais bela que eu já vira Marília Scrim.
Logo que chegamos a porta da sala se abriu, fiquei surpreso ao ver Snap, porque eu o avistara na mesa dos professores antes de sair do salão principal.
Não sei o que me deu mais medo, se sua aparência maquiavélica com cabelos negros oleosos que cobriam as bochechas de pele oleosa e o nariz torto, ou sua voz áspera ao dizer entrem.
Depois de entrarmos a porta bateu-se atrás de nós, fomos nos acomodar em carteiras duplas.
Eu e Tristan nos sentamos pelo que me pareceu o meio da sala, enquanto, Alice e Kary sentavam-se a nossa frente e Marcos e Willian atrás de nós, vi também onde a garota sonserina Marília sentara a minha direita duas carteiras à frente.
Depois de todos se acomodarem, Snap se levantou e começou a rabiscar o quadro negro.
Severus Snap 
Pode-se ler, então começou a falar.
Meu nome é Severus Snap, vou lhes ensinar defesa contra artes das trevas
Mais primeiro vamos às regras:
Se falar sem serem consultados ou sem permissão menos cinco pontos de sua casa
Qual quer tipo de conversa paralela menos dez pontos
Chegar atrasado menos 10 pontos
Ou qualquer outra coisa que não seja referente a nossa aula serão debitados pontos de sua casa.
Com tudo, minha primeira aula não foi  tão ruim, fora eu ter quase dormido se não fosse Tristan me cutucar, acredito que isso custaria pelo menos dez pontos da Grifinoria.
Foi até legal ele nos falou sobre quais criaturas das trevas aprenderíamos nos defender e que também aprenderíamos a nos defender de bruxos das trevas
Depois  de uma exaustiva aula na sala escura de defesa contra artes das trevas fomos para o corredor  iluminado pelo  sol de onde seguimos para nossa próxima aula.
Apartir desse capitulo a historia passa a ser narrada em primeira pessoa tendo Max como narrador e também será dois escritore, Walace e Rafael.
Capitulo 5 – Depois do Meu Primeiro Banquete 
Após todos os novatos terem sido selecionados para uma das quatro casas, o direto estralou os dedos e um banquete maravilhoso apareceu na minha frente.
Mesmo com todos comendo, rindo, e conversando, não conseguia deixar de olhar para a mesa da sonserina onde estava sentada a garota mais bela que eu já vira seu nome era Marília Scrim, queria saber o que um garoto havia dito sobre a família Scrim ainda estar viva.
Eu não percebi por quanto tempo fiquei olhando para a mesa da sonserina mais foi o suficiente para Tristan perceber
O que foi cara-disse ele olhando para o mesmo lugar para onde eu olhava
Nada-respondi rapidamente, corando de leve
Para mudar de assunto eu perguntei.
Depois disso passei a comer e não falei mais nada, mas tive a impressão que Tristan ficara desconfiado de algo.
Depois de todos se deliciarem com pernis de porco, tortas de maça, jarás de suco de abobora e pudim de leite, o diretor se levantou estralou novamente os dedos e todos os copos, talheres, e restos de comida sumiram, e então disse.
Esta na hora de se recolherem aos seus quartos, mas antes alguns avisos.
Para os alunos do primeiro ano é proibido andar nos corredores à noite, aqueles que forem pegos serão punidos.
A floresta Proibida é estritamente proibida a todos aqueles que não querem uma morte dolorosa.
E nosso zelador Argus Filch pediu para que eu lembre vocês dos objetos que são proibidos nos corredores, onde a lista completa pode ser vista em seu escritório.
Após o diretor ter terminado de falar, os monitores que eram alunos mais velhos de cada casa,
Pediram para que os seguíssemos até o salão comunal de nossa cassa.
Fomos para fora do salão principal, e seguimos o nosso monitor, era um garoto alto com uns 16 anos, tinha cabelos castanhos e um sorriso no rosto, ao sair do são e ir até uma escada de mármore e subir dois degraus, se virou para nos e disse.
Ola a todos eu sou Greg Olivier, e sou monitor da Grifinoria, vou levar vocês até o nosso salão comunal onde vocês deverão se instalar. Falando isso se virou com outro sorriso e disse- sigam-me, e continuou andando.
Logo depois de começarmos andar novamente eu me virei para Tristan e perguntei.
Ei, onde fica o salão da Grifinoria?
Ele ia começar a falar quando sua Irma Alice disse- Fica em uma torre, no sétimo andar.
Então vamos ter que subir muitas escadas? Não tem um elevador aqui não? – disse eu.
Não só escadas Max- disse Tristan- mais escadas que se movem.
E se você ficar esperando pode não chegar ao seu destino - completou Alice.
Depois de subir muitas escadas e andar por vários corredores, finalmente chegamos ao que Greg disse ser a porta do salão da Grifinoria, mas não se parecia com nem uma porta que você já tenha visto primeiro não havia maçaneta e tinha um quadro de uma mulher gorda em um vestido rosa que se mexia e falava, a chegar perto dela ela disse.
Ola Greg, senha, por favor,
Olha de leão - disse ele
De repente a porta/retrato se virou e nos deixou entrar.
Quando entrei no quarto me deparei com uma magnífica sala, havia uma grande lareira com poltronas á volta, a sala toda era decorada com tapeçaria vermelha, com mesas, onde alunos, alguns que reconheci da mesa da Grifinoria no jantar, estavam sentados conversando.
Greg depois de deixar todos passarem por ele nos disse – então é isso agora para os seus quartos, suas coisas já foram aromadas eles, meninos à esquerda e meninas à direita.
Ele disse boa noite e sai para encontrar com seus amigos.
Tristan despediu-se de sua irmã e disse - vamos cara.
Eu assenti com a cabeça e segui pela escada giratória que levava ao nosso quarto
Ao chegar ao quarto onde havia seis camas, dispostas em um circulo fui até a cama onde aos pés estava o meu malão contendo meus livros e roupas, duas calças jeans, três camisas, e três pares de vestes para Hogwarts, dos quais um eu já estava usando, e também um pijama, coloquei meu pijama enquanto mais quatro garotos entravam no quarto todos falando e rindo.
Não tive tempo de pergunta qual era o nome deles, logo que deitei na cama, macia como nunca tinha visto antes,adormeci, acho que aconteceu o mesmo com o Tristan.

By Rafael.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Capítulo 4-Chegada a escola
12 de Janeiro de 1838-Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.
O trem parou e a porta de todos os vagões se abriram, um grande homem estava do lado de fora do vagão onde Max estava. Ele logo disse.
-Todos os novatos me sigam-com uma lanterna na mão Hagrid levava os novatos para a escola.
Max acabará de descobrir quem era o dono da voz que ele tinha escutado antes de entrar no trem. Hagrid mostrou alguns barcos que estavam na beira de um imenso lago negro.
-Vamos, quero 5 em cada barco por favor!
Alice, Max e Tristan entraram no mesmo barco, logo atrás vinha um barco onde trazia uma bela garota de cabelos longos e negros, que parecia não gostar de sorrir, ela vinha com alguns amigos, ou talvez pessoas que ela nem conhecesse que estava ali por ta.
Os barcos pararam do nada, Max percebeu que tinham chegado ao outro lado do lago, ele desceu do barco e ficou esperando as novas regras do "gigante". Mais ao invés do grande homem dar novas regras, apareceu uma bela mulher, com uma capa negra, ela aparentava ter apenas 20 anos, ela abriu um pergaminho e logo disse:
-Olá novatos, sou Minerva Mcgonagall, sou sua guia apartir daqui e também serei a professora de Transfiguração de vocês, sigam-me por favor.-A mulher olhou para o gigante e disse:-Obrigado Hagrid.
-Nada professora Mcgonagall.
Max acabará de descobrir o nome do "gigante" ou melhor dizendo Hagrid.
A professora começou a andar e todos os novatos a seguiram, ela adentrou a escola com que mais parecia um castelo, bem arrumado, com belas tapeçarias, armaduras, e alguns fantasmas que pairavam de lá para cá. Ela parou em uma escadaria e disse:
-Formem uma fila por favor, agora iremos para o salão principal onde vocês serão direcionados para a sua devida escola, a cerimônia é importante para os novatos, não apenas para saber em que casa cada um ta mais também definir a sua verdadeira personalidade.
Todos imediatamente formaram uma fila. A mulher empurrou a grande porta e fez com que todos os novatos adentrassem no salão, onde todos estavam a sua espera. Um homem com uma grande barba se levantou e logo começou seu discurso:
-Sejam bem vindos a escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, meu nome é Percival Malrors e sou o diretor da instituição, como ja devem ter conhecido a professora Minerva, ela será a professora de Transfiguiração para os novatos, o professor Snape será de Defesa contra as artes das Trevas, o professor Fillius de Feitiços, e alguns professores que não estão presentes no momento vocês os conheceram na sala de aula. Vamos ao que interessa agora, todos devem estar ansiosos para saber em qual casa estarão certo? Vamos começar o ritual.-O homem se sentou e um grande chapéu se levantou no meio do salão e começou a cantar:
 e disse: 
-Quem eu chamar dê um passo a frente.-e começou a chamada-Maximiliam Wardolf
Max deu um passo a frente assustado, sentou-se no banquinho e Minerva posicionou o chapéu em sua cabeça e logo o chapéu retrucou:
-Hum...vejamos...Corajoso...Astuto...Inteligente... Paciente...Grifinória!-disse o chapéu alto e claro.
Max se levantou sorridente e saiu correndo para a mesa da Grifinória, todos os antigos alunos o cumprimentavam.

-♫ Ah, você podem me achar pouco atraente,
Mas não me julguem só pela aparência
Engulo a mim mesmo se puderem encontrar
Um chapéu mais inteligente do que o papai aqui.
Podem guardar seus chapéus-coco bem pretos,
Suas cartolas altas de cetim brilhoso
Porque sou o 
Chapéu Seletor de Hogwarts.
E dou de dez a zero em qualquer outro chapéu.
Não há nada escondido em sua cabeça
Que o 
Chapéu Seletor não consiga ver,
Por isso é só me porem na cabeça que vou dizer
Em que casa de 
Hogwarts deverão ficar
Quem sabe sua morada é a Grifinória,
Casa onde habitam os corações indômitos.
Ousadia e sangue-frio e nobreza
Destacam os alunos da Grifinória dos demais,
Quem sabe é na Lufa-Lufa que você vai morar,
Onde seus moradores são justos e leais
Pacientes, sinceros, sem medo da dor,
Ou será a velha e sábia Corvinal
A casa dos que têm a mente sempre alerta,
Onde os homens de grande espírito e saber
Sempre encontrarão companheiros seus iguais,
Ou quem sabe a Sonserina será a sua casa
E ali estejam seus verdadeiros amigos,
Homens de astúcia que usam quaisquer meios
Para atingir os fins que antes colimaram.
Vamos, me experimentem! Não devem temer!
Nem se atrapalhar! Estarão em boas mãos!
(Mesmo que os chapéus não tenham pés nem mãos)
Porque sou único, sou um Chapéu Pensador! ♪
Minerva foi perto do banco, abriu o pergaminho
Minerva novamente disse:
-Alice Gregs
Alice deu um passo a frente e sentou-se no banquinho.
-Hum...pensei que a familia Gregs tinha sido exterminada por vocês sabem quem.-risos por todo o salão-Grifinória!
Alice correu para a mesa, abraçando Max e esperando a vez do seu irmão.
-Tristan Gregs-disse Minerva sorridente para o garoto.
Tristan foi para a frentee sentou-se no banco.
-Hum...outro Gregs?!...Não precisa nem de seleção...Grifinória!
-Marilia Scrim!
A menina por qual Max estava encantada pela beleza deu um passo a frente. Um dos meninos que estava ao lado de Max disse:
-A familia Scrim ainda esta viva.
Max o olhou e virou o olhar novamente para a a garota. O chapéu foi solto sobre a cabeça de Marilia e na mesma hora deu um pulo.
-Sonserina! -disse o chapéu assustado.
A menina se levantou sorridente e se dirigiu a mesa da Sonserina, como se aquilo fosse uma coisa boa.
Minerva continuo a chamada e todos continuaram a jantar.


terça-feira, 28 de setembro de 2010

AAAAA, como eu sou generoso postarei mais um capitulo hoj õ/
Capítulo 3-O grande dia
10 de Janeiro 1838, Estação King Kross-Londres
Max e sua mãe chegará a estação, todos sorridentes, o garoto olhava diretamente para os novos alunos, alguns deles seriam seus novos amigos, outros seriam apenas colegas que ele nunca iriam falar, outros seriam seus inimigos, mais isso não viria ao caso nesse momento.
Após alguns segundos os dois atravessaram a grande parede onde estaria o trem que o levaria para a escola. Max começou a folhear seus novos livros, e olhando seus materiais para ver se todos estavam no lugar certo, tambem olhou a sua branca e grande coruja. Ao longe uma voz grossa falava.
-Novatos no primeiro vagão,Grifinórios segundo vagão,Corvinos terceiro vagão,Lufanos quarto vagão e Sonserinos no último vagão.Professores me segam por favor!
Max esticava sua cabeça para ver quem falava tudo aquilo, olhou, olhou mais não enxergou ninguém.Ele adentrou o devido vagão, entrou em uma das cabines onde estavam dois alunos que provavelmente eram irmãos, sentou-se na janela e acenou para a sua mãe.
Os irmãos Gregs olharam para Max e logo falaram.
-Olá, meu nome é Alice-disse a garota estendendo a mão.
Max segurou a mão da garota e falou: -Meu nome é Max.
Logo o outro garoto deu um pulo e disse: -Max Wardolf? Prazer em conhecê-lo, meu nome é Tristan.-disse o garoto sorridente.
-Prazer em conhecê-los, irmãos Gregs certo?
Alice e Tristan balançaram a cabeça em tom afirmativo.
-Meus pais são aurores, e editores do Pasquim.
-Nossos pais tambem são aurores-Disse Tristan sorridente.-Um dia serei como eles, assim eu espero.
-Claro que você consegue-disse Max em tom consolador.
-Obrigado-disse Tristan.
Um silêncio tomou conta da cabine e Max caiu em um sono profundo na espera da chegada na tão sonhada escola.


Capítulo 2-A primeira varinha
7 de Janeiro de 1838, Beco Diagonal-Londres
Naquele mesmo dia Max e sua mãe foram fazer a compra dos materiais do garoto, a senhora Wardolf parou em frente a uma pequena loja onde tinha os novatos de Hogwarts fazendo o mesmo que Max,ela ao mesmo tempo adentrou a loja, segurando a mão do seu filho, um pequeno homem os olhou e chegou perto dos dois.
-Olá senhora Wardolf a que devo a honra?-sorrindente ele falava.
-Olá senhor Olivaras, eu vim trazer meu pequeno Max para comprar a sua primeira varinha.-retribuindo o sorriso.
-Só um minuto verei o que eu tenho aqui para ele.-disse o homem pensativo.
Max e sua mãe se dirigiu para o balcão onde Olivaras procurava a varinha para o garoto.
Olivaras desceu a pequena escada e retrucou.
-Vejamos, teste essa.-entregando a varinha ao garoto.
Max pegou a varinha e em simples giro fez todas as varinhas da bancada cairem.
Olivaras balançou a cabeça em sinal negativo, pegou outra varinha e disse:-Vamos teste essa agora.
Max tornou a pegar a varinha e um grande feixo de luz branca brilhou sobre ele.
-UAU-disse Max assustado.
Olivaras sorrindente disse:-Essa é a sua varinha Max.
-Obrigado senhor Olivaras-disse a senhora Wardolf sorridente.-Agora temos que ir.
-Xau-disse Olivaras com um grande sorriso estampado no rosto.
Max e sua mãe saiam da loja e terminaram o dia de compras.


segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Capítulo 1- A carta.
7 de Janeiro de 1838-Londres
Max e seus pais estavam como outro dia qualquer, uma coruja desceu rapidamente pela chaminé, rapidamente deixando uma carta envelhecida em cima do centro que se situava a frente de Max, e se debatendo na parede.
Max, olhou a coruja e rapidamente olhou para a carta que ela tinha deixado em cima da mesa, à abriu e começou a lê-la: "ESCOLA DE MAGIA E BRUXARIA DE HOGWARTS
Prezado Sr(a). Max Wardolf
Temos o Prazer de Informar que V.Sa. Tem uma vaga na escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Estamos anexando uma lista de livros e eq
uipamentos necessários.
Atenciosamente, Diretor Percival Malrors."
O garoto rapidamente abriu um belo sorriso para seus pais, e olhou eufórico para a sua mãe, sua mãe levantou, pegou sua varinha que estava sobre a mesa, vestiu seu casaco, pois o casaco do Max, e dirigiu-se para o Beco Diagonal, onde Max, poderia comprar seus materiais escolares.


Primeira mente irei apresentar os personagens principais:
Max Wardolf - 11 anos, Grifinória
Tristan Gregs - 11 anos, Grifinória
Alice Gregs - 11 anos, Grifinória
Percival Malrors - 105 anos, Diretor de Hogwarts
Marilia Scrim, 11 anos, Sonserina

A história que escrevi se baseia no primeiro livro, Harry Potter e a Pedra Filosofal, alguns personagens como professores e comensais da morte, forão copiados, mais outros personagens são exclusivos como os que eu acabei de citar  acima.