Capitulo 8-Meu primeiro feitiço
O olhar de Marilia era penetrante e hipnotizante, fiquei vários e vários minutos a olha-lo, até que um pequeno homem de cabelos brancos e mãos largas me tirou do transe, me pedindo para que entrasse na sala.Sentei-me ao lado de Tristan e Marcos.O professor foi ate o grande quadro negro e escreveu algumas palavras, e falou em tom alto.
Meu nome é Filius Flitwick e serei o professor de feitiços de vocês nesse ano letivo, apesar do meu tamanho não sou fácil de aturar.
Os alunos da Sonserina riram do professor, menos a Marilia, acho que ela não deveria ser daquela casa, aquele chapéu maluco errou na hora da escolha só pode.
Continuando-disse o professor-Iremos começar com um feitiço básico, não é apenas um feitiço, é um dom que todos os bruxos tem, o dom da levitação- ele pegou uma varinha de dentro do bolso da sua capa e tornou a falar-Vocês daram três giros na varinha e falaram assim Wingardium Leviosa.
Eu peguei minha varinha que estava acima da mesa e disse como o professor Wingardium Leviosa, mais nada aconteceu com a pena que estava do lado da minha varinha. Marilia fez o mesmo e a sua pena levitou, o professor por sua vez bateu palmas e deu os parábens para a Marilia. O Tristan como ja era de se esperar ao invés de fazer a sua pena levitar, consegui com que ela explodisse, toda a classe riu dele, fiquei com dó claro mais não consegui segurar o riso. O professor perguntou como ele tinha conseguido fazer aquilo com um feitiço totalmente diferente do que aconteceu com ele, e ele não soube explicar claro, ninguém saberia.
Marilia não era como os outros, ela tinha planos e não ria de nada que acontecia na sala, ela era séria e so compartilhava assuntos e risos com as suas amigas. Eu não sabia qual era o problema dela, mais eu juro que irei fazer de tudo para conseguir descobri-lo.
O professor Filius pediu que Marilia fosse a frente para ser um tipo de colbaia de aula para ele. Ela foi claro, ele pegou sua varinha e disse Langlock. Por incrivel que pareça Marilia pegou sua varinha rapidamente apontou para o professor e disse Protego. Eu fiquei espantado, o professor ficou bismado com o que a garota tinha acabado de fazer, ela saiu correndo em direção a porta e saiu da sala, largando a sua varinha na sala mesmo.
Eu fiquei olhando para a porta esperando que ela voltasse, mais ela não voltou, o professor nos liberou dizendo que precisa conversar com o diretor.
Tristan e eu seguimos para o jardim onde nos encontramos com Alice e Kary, contamos toda a aula e falamos com as duas o que tinha acontecido com a Marilia, elas não acreditaram no que contamos, William e Marcos tinham acabado de chegar ao jardim e se juntaram a nós, mesmo assim nenhum deles acreditaram no que Tristan e eu falavamos.
Alice disse que não confiava na Marilia, era o de se esperar de uma Grifinóriana pensar de uma Sonserina claro, e que iria pesquisar na biblioteca tudo sobre a familia Scrim a qual Marilia pertencia, pedi para que ela não fizesse isso mais eu tinha certeza que ela não ia me obedecer e nem muito menos atender ao meu pedido.
Nos despedimos naquele momento, Alice disse que precisa fazer uma pesquisa sobre Visgo do Diabo na biblioteca e segui para la com a Kary, William e Tristan foram para o salão comunal onde Tristan ensinaria o William os feitiços que tinham aprendido, Marcos e eu ficamos ali parados. Pedi a ele que fizesse o trabalho junto a mim, aproveitamos o momento e fizemos o trabalho ali mesmo, eu aproveitei que Marcos era filho de um fabricante de Vassouras e eu teria chance de ganhar mais ponto para a minha casa, e seguir meu sonho de entrar para o time de Quadribol da Grifinória no qual minha mãe e meu pai jogaram.
Anoiteceu e o sinal para que todos os alunos entrasse para a escola tocou, Marcos e eu pegamos nossos matériais e nos dirigimos para o salão principal, onde estavam, Tristan, William, Kary e Alice sentados na mesa da Grifinória, sentei-me na frente de Alice e virei para trás na espectativa de ver a Marilia na mesa da Sonserina, mais ela não tava, eu gostaria de saber o que estava acontecendo com ela, suas amigas pareciam saber o que estava acontecendo com ela mais não estavam dispostas para contar o que estava acontecendo com ela. O diretor Percival levantou-se, olhou diretamente para mim e voltou o seu olhar para a mesa da Sonserina onde dirigiu a palavra para as amigas de Marilia.
Senhorita Wong gostaria de falar com a senhorita após o jantar na minha sala, sobre a sua amiga a senhorita Marilia-ele estralou seu dedo e o jantar apareceu na nossa frente.
Não se passou nem 10 minutos e Tristan ja tinha comido todo o nosso jantar, nos levantamos e nos dirigimos para o nosso salão comunal, percebi que o professor Snap não tirava os olhos de mim, e nem um homem com um tumbante na cabeça, ele era muito engraçado, mesmo assim segui meu caminho com os meus amigos. Ao chegar no salão comunal, subi correndo para o dormitório, peguei minha pena e meu tinteiro e um pergaminho que estava largado em cima da minha comoda e sentei-me na borda da janela para escrever uma carta para minha mãe, nela eu dizia o que tinha acontecido naquele mesmo dia na minha primeira aula de Feitiços, parei um pouco para descançar, encostei minha cabeça na janela e fiquei olhando para a floresta proibida, derrepente um grande clarão caiu na floresta, mais parecia um um meteóro, alunos e professores sairam correndo para ver o que estava acontecendo, todos de pijamas e varinhas em punho, eu continuei ali parado para ver o que era, o diretor encostou-se no objeto que havia caido, mais parecia um corpo humano, levitando o corpo o diretor percival o levou para a enfermaria e disse alto e claro.
O show acabou, todos para os dormitórios, professores me sigam.- disse o diretor quase irritado.
Terminei minha carta e me dirigi para a minha cama, me virei, feichei meus olhos e cai em um sono profundo.
By:Walace
